sexta-feira, 25 de março de 2011
Varal de poesias
Se algum poeta e poetisa de Bauru quiser participar de um varal poético, favor, entrar em contato comigo e deixar e-mail , telefone....
sexta-feira, 11 de março de 2011
Lampejos mentais
Dentro de mim,
se solidificava um monstro,
ia embora um assombro,
se caracterizava um polvo.....
Bomba H,
para que marcar,
tensão a mil,
mãos de Playmobil....
A hora em que fui buscar,
meu medo me fez frear,
a dor me fez pensar,
se valia a pena continuar...
Ondas em minha mente,
arrepios na minha nuca,
queria seguir em frente,
e não estar numa sinuca....
Preciso fazer arte,
de qualquer maneira,
seja música,
escultura ou teatro,
mas preciso disso
para meu crescimento enquanto alma...
Entrar em cena,
ou ficar nos bastidores,
é a dor sem pena,
dos seus opositores.
Pensamento em você,
sem ar eu fico,
tento te entreter,
mesmo pagando mico...
ARTE SEM FRONTEIRAS,
CRIATIVIDADE SEM FIM,
ROMPIMENTO DE BARREIRAS,
RECEBENDO SEU SIM....
Você era meu porto seguro,
o elo entre o bem e o mal,
Meu refúgio, meu muro,
minha árvore de Natal...
A ânsia de entrar em cena,
o medo de errar o ato,
a merda de ter que ter pena,
o gosto amargo de engolir o sapo.....
O choque de quem eu falo,
Cicatrizes do presente,
É melhor quando me calo,
E ouço, com saudade, as vozes dos ausentes.....
O trânsito dos neurônios,
a fuga dos olhares,
o encontro dos hormônios,
as dores nos maxilares....
GUTO GUEDES
se solidificava um monstro,
ia embora um assombro,
se caracterizava um polvo.....
Bomba H,
para que marcar,
tensão a mil,
mãos de Playmobil....
A hora em que fui buscar,
meu medo me fez frear,
a dor me fez pensar,
se valia a pena continuar...
Ondas em minha mente,
arrepios na minha nuca,
queria seguir em frente,
e não estar numa sinuca....
Preciso fazer arte,
de qualquer maneira,
seja música,
escultura ou teatro,
mas preciso disso
para meu crescimento enquanto alma...
Entrar em cena,
ou ficar nos bastidores,
é a dor sem pena,
dos seus opositores.
Pensamento em você,
sem ar eu fico,
tento te entreter,
mesmo pagando mico...
ARTE SEM FRONTEIRAS,
CRIATIVIDADE SEM FIM,
ROMPIMENTO DE BARREIRAS,
RECEBENDO SEU SIM....
Você era meu porto seguro,
o elo entre o bem e o mal,
Meu refúgio, meu muro,
minha árvore de Natal...
A ânsia de entrar em cena,
o medo de errar o ato,
a merda de ter que ter pena,
o gosto amargo de engolir o sapo.....
O choque de quem eu falo,
Cicatrizes do presente,
É melhor quando me calo,
E ouço, com saudade, as vozes dos ausentes.....
O trânsito dos neurônios,
a fuga dos olhares,
o encontro dos hormônios,
as dores nos maxilares....
GUTO GUEDES
quarta-feira, 2 de março de 2011
sábado, 27 de novembro de 2010
O cara!
"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,mas na intensidade com que acontecem.Por isso existem momentos inesquecíveis,coisas inexplicáveis epessoas incomparáveis".(Fernando Pessoa)
cuidado...
Cuidado com o que você diz; entre aqueles que não dizem nada, poucos são os que ficam em silêncio
terça-feira, 9 de novembro de 2010
poesia
Sobrado
Parado, como a cobra olha a presa
Acuado, como a zebra sente a onça
Flagrado, como um segredo desvencilhado
Fadado, como um túmulo esmiuçado
Dobrado, como os nós do corpo travado
Travado, como um sinal de alerta despedaçado
Molhado, como um sangue amplificado
Tarado, como um mendigo esfomeado
Sobrado, como a calha fervendo, no telhado
GUTO GUEDES
28/08/2010
Parado, como a cobra olha a presa
Acuado, como a zebra sente a onça
Flagrado, como um segredo desvencilhado
Fadado, como um túmulo esmiuçado
Dobrado, como os nós do corpo travado
Travado, como um sinal de alerta despedaçado
Molhado, como um sangue amplificado
Tarado, como um mendigo esfomeado
Sobrado, como a calha fervendo, no telhado
GUTO GUEDES
28/08/2010
Poesia nova

ROTATIVIDADE
A visão que articula as células-mães
E delegam impurezas no seu divã
Organismos que rejeitam aqueles pães
Contraindo os nervos da mente sã
Os remédios que recriam palavras açucaradas
Curam dores e sugerem a adoção
No envelope aberto, no galope da estrada
São revelados, suor, marcas da afeição
Rotativos pileques ou um pifão
Suavizam a dor da rotina
Facilitam no corpo sua tradução
Justificam a função da serotonina
Amparados na morte e na traição
Dependentes cretinos algemados
Induzidos pela identificação
E as chaves erradas do cadeado
GUTO GUEDES – 28/08/2010
A visão que articula as células-mães
E delegam impurezas no seu divã
Organismos que rejeitam aqueles pães
Contraindo os nervos da mente sã
Os remédios que recriam palavras açucaradas
Curam dores e sugerem a adoção
No envelope aberto, no galope da estrada
São revelados, suor, marcas da afeição
Rotativos pileques ou um pifão
Suavizam a dor da rotina
Facilitam no corpo sua tradução
Justificam a função da serotonina
Amparados na morte e na traição
Dependentes cretinos algemados
Induzidos pela identificação
E as chaves erradas do cadeado
GUTO GUEDES – 28/08/2010
Assinar:
Postagens (Atom)
